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    Energia para além da economia: uma opção sustentável



    A energia solar não significa apenas economia, mas uma forma eficiente de gerar energia de forma sustentável. A fonte, luz do sol, é renovável e inesgotável. Além disso, é vantajosa em relação a outras fontes renováveis porque pode ser gerada em espaços menores, tanto residências como pequenas usinas em áreas de terra não produtivas. Ela ainda é uma das melhores alternativas para locais onde não há rede elétrica porque é mais barata e ecologicamente correta que geradores movidos a combustível.

    Mesmo assim, a energia solar ainda é pouco explorada no Brasil. Segundo o Balanço Energético Nacional 2019 (Ano base 2018), o uso dessa fonte é inferior a 1% da geração energética.


    Mas afinal, a energia solar é sustentável?

    Entenda as vantagens do seu uso:

    • utiliza a fonte de energia mais abundante do planeta;

    • a geração não emite gases poluentes, resíduos ou ruídos;

    • a energia fotovoltaica não utiliza água para operação, ou seja, é uma importante aliada no controle da crise hídrica;

    • a manutenção é simples e os custos de manutenção são baixos;

    • ela gera redução de perdas elétricas na rede nacional;

    • alivia o sistema elétrico em horários de pico, como nos meses de verão;

    • e com o avanço tecnológico, os painéis são cada vez mais eficientes e acessíveis, além de serem produzidos com materiais menos tóxicos e serem, em maior parte, recicláveis.


    Mito ou verdade?

    E se você ainda tem dúvidas sobre a vida útil dos painéis solares e quanta energia oriunda de combustíveis fósseis é necessária para sua fabricação, a gente explica por que a história de que se gasta mais para fabricação do que se pode gerar de energia limpa é um mito.


    De acordo com estudos do National Renewable Energy Laboratory (NREL), nos Estados Unidos, a maior parte dos módulos fotovoltaicos leva cerca de quatro anos para produzir a energia equivalente àquela que consome desde a fabricação. Já a vida útil destes módulos pode passar dos 25 anos. E tem mais, o uso de água na fabricação dos módulos também é baixo se compararmos com a geração de energia de outras fontes renováveis. Ou seja, muita energia limpa e baixo impacto ambiental!


    O Brasil ainda precisa avançar, e muito, neste aspecto. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o país sequer apareceu na lista dos dez maiores investidores em energia solar fotovoltaica no ano passado. A líder desse ranking é a China, seguida de Índia, Estados Unidos e Japão.


    Mas quer alguns dados positivos? O Rio Grande do Sul é o segundo estado com maior geração distribuída solar fotovoltaica, representando cerca de 16% da potência instalada no país. Hoje, são cerca de 120 mil unidades consumidoras em todo o Brasil, todas colaborando com a economia e a sustentabilidade.


    Ficou com alguma dúvida? Quer saber se vale a pena instalar o sistema na sua casa ou empresa? Converse conosco e saiba mais!