Mercado de energia solar pós quarentena: indicativos positivos para a retomada de crescimento


Enfrentamos um momento de recessão, incertezas e mudanças. A crise mundial provocada pela pandemia da Covid-19 chegou para desestabilizar e transformar todas as organizações da humanidade, do convívio familiar à economia de um país. Dentro desse cenário onde todos são afetados, o mercado da energia solar também não sai ileso. A redução da atividade produtiva da China, a pressão cambial e a contração das atividades econômicas brasileiras em virtude do isolamento social tendem a prejudicar a indústria de sistemas fotovoltaicos e a demanda pelas placas solares. No entanto, as características inerentes da geração de energia pela luz do sol são bons indicativos de que, uma vez estabilizada a crise, ela volte a se expandir exponencialmente pelos lares e empresas do mundo. Veja por que:


Retorno sobre o investimento

A instalação de um sistema de placas fotovoltaicas é um investimento que se paga integralmente com algum tempo. Para além disso, ele irá trazer um retorno financeiro positivo ao seu proprietário ao longo dos anos, na forma de desconto na conta de luz. Mantendo em vista a diminuição dos custos em energia elétrica produzida por hidrelétricas, estima-se que o investimento em instalação de um sistema de placas solares se pague dentro de 4 a 8 anos. Se as células tiverem vida útil de 25 anos, significa que o consumidor terá até 21 anos de energia gratuita.


Crescimento constante de mercado

Muito em virtude do barateamento da tecnologia e de incentivos fiscais, a produção de energia solar tem crescido exponencialmente no Brasil. De 2017 a 2019, a produção subiu de 1159 para 4460 Megawatts anuais. Esse crescimento tende a se manter, visto as tendências mundiais de procura por autossuficiência em energia limpa.


Fonte abundante e inesgotável de energia

Uma curiosidade: a captação de apenas uma hora de luz direta do sol incidindo sobre a toda a superfície terrestre seria suficiente para suprir todas as demandas de energia no planeta. Isso significa que os raios solares são a fonte energética mais abundante na Terra. Além disso, as células fotovoltaicas podem capturar diferentes partes do espectro da luz do sol. Logo, se o sol não está brilhando diretamente sobre os painéis, como acontece em um dia nublado, não significa que eles não estejam produzindo e armazenando energia. Um sistema de energia solar pode ter a capacidade de captar, produzir e armazenar energia suficiente para alimentar um lar por 7 horas por dia, 7 dias por semana. E em tempos de crise como este, tornar-se autossuficiente em energia pode se tornar ainda mais atrativo.


Consciência ambiental e sustentabilidade

O planeta vem dando cada vez mais sinais de que mudanças nos hábitos de consumo da humanidade são urgentes. Uma pandemia pode ser um deles,e crises como esta tendem a ampliar a consciência das pessoas a respeito dos seus próprios hábitos e comportamento. O modo como produzimos energia está no centro da discussão em torno sustentabilidade e produção fotovoltaica é a mais limpa entre os diferentes sistemas de geração de energia. Tudo isso contribui para a crença de que a energia solar tende a retomar o crescimento exponencial ao voltarmos à normalidade.


Trabalho remoto

Mesmo antes das medidas de isolamento social em virtude da covid-19, o trabalho remoto já era uma tendência inevitável. Um estudo da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades afirma, de 2016 a 2019, o home-office cresceu 22%. Agora que muitas empresas foram obrigadas a experimentar esse novo modelo de trabalho e experimentaram seus benefícios, ele tende a tornar-se ainda mais comum. Logo, passar mais tempo em casa pode ser mais um estímulo para as pessoas adotarem medidas mais econômicas de consumo de energia, e a instalação de sistemas fotovoltaicos é a mais eficiente entre elas.


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